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Segunda-feira, 09 de Janeiro de 2017

Entenda as tendências da economia e aplique estrategicamente o seu diferencial

Em meados de 2016, com o vislumbre catastrófico do panorama de encerramento da economia brasileira, muitos especialistas já começavam a dar seus pitacos com mais certeza sobre a situação em 2017. No geral, por mais que não se espere um crescimento significativo, as previsões ainda são mais otimistas do que a realidade que os dois últimos anos nos ofereceu. De uma maneira geral, espera-se que haja mais estabilidade na economia, em função da estabilidade política que supostamente encontramos.

 

Isso tudo, é claro, somado às medidas econômicas – e pouco populares – adotadas pelo governo Temer, parecem oferecer um terreno mais firme para os investidores, empresários e milhares de desempregados que estão aproveitando para descobrir seu potencial empreendedor. No mês passado, o anúncio do Governo Federal sobre medidas de redução de juros do cartão de crédito e a possibilidade de saque do FGTS em contas inativas são exemplos de estratégias adotadas para tentar reaquecer a economia.

 

É claro, não podemos esquecer também da nova postura dos consumidores conscientes, que desde a crise hídrica de São Paulo de 2014, vêm repensando o consumismo e iniciando um novo comportamento em relação às aquisições e gastos. Essa mudança, que é uma tendência mundial, está só engatinhando e deve levar ainda algumas boas décadas até mudanças significativas acontecerem. Mas o que interessa mesmo é que já começou, e, principalmente, que isso tudo está diretamente relacionado à evolução da tecnologia, que nos permite compartilhar coisas e conhecimentos.

 

Agora, voltando ao presente, alie tudo isso ao fenômeno Trump que vem aí. Como bem apontado pelos especialistas ouvidos pela BBC, o fator “imprevisibilidade” do novo presidente dos EUA deixa o mundo de olhos bem abertos, afinal de contas, tudo pode acontecer a partir de agora. Mesmo que o Brasil não seja, de fato, um grande foco do novo governo, é preciso que nos preparemos para sentir as ondas das medidas que serão adotadas por lá. A onda da direita, que vem assumindo liderança em diversos países, também nos dá uma dica de como a economia deve estar: possivelmente menos aberta ao livre comércio e com mais medidas protecionistas.

 

No geral, fazer negócios no exterior pode ser um desafio por conta de um mercado interno frio e pela possibilidade de um mercado externo menos aberto. Mesmo assim, também é a oportunidade para se encontrar as brechas desse panorama. Por isso, conhecer bem o seu diferencial é melhor estratégia na hora de obter resultados. Somente quando se conhece bem o contexto é que podemos explorar bem nossas melhores qualidades.

 

 

Wilson Medeiros
Palestrante com atuação nos campos de vendas, gestão, liderança e motivação. Acompanhe também no Facebook, no Instagram e no Linked In. Acesse o site: www.wilsonmedeiros.com.br.


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