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Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

Por que falar inglês ainda é um diferencial forte?

ingles

 

Uma pesquisa global desenvolvida pela empresa sueca Education First foi matéria na Exame e do Bom Dia Brasil há alguns dias. O estudo avaliou nada menos que 72 países para classificar o seu nível de fluência no inglês e, para os brasileiros, o resultado foi preocupante. Em 40º lugar, o Brasil tem dificuldade de fazer um debate ou de fechar um negócio no idioma. Os melhores estados e cidades foram Distrito Federal, Rio Grande do Sul, São Paulo, Brasília e Campinas, mas que, mesmo assim, obtiveram apenas a nota “moderado”. Isso significa que as pessoas não conseguem sequer ler uma notícia em inglês e nem fazer uma apresentação no trabalho.

 

Dos anos 90 para cá, houve um boom de escolas de idiomas por aqui. O mundo ficava globalizado mais rápido, em função do início da internet comercial, e vimos o surgimento de uma necessidade negligenciada por muito tempo: falar inglês. Em 2016, quase 30 anos depois, o idioma ainda é um desafio para brasileiros, que não conseguiram acompanhar a corrida mundial. Que o inglês é o idioma dos negócios, parece que todo mundo já sabe, mas mesmo assim ninguém dedica muito tempo. A pesquisa mostrou que pessoas com inglês fluente costumam ter um salário 61% maior que pessoas não falantes.

 

Neste cenário, quem fala inglês ainda apresenta um forte diferencial na competição por uma vaga ou por um mercado. Hoje, os recursos são muito mais democráticos e acessíveis. Desde as escolas tradicionais de idiomas aos aplicativos de celular, a gama de metodologias é enorme. O gamefication, tendência no ensino, é um ótimo exemplo, que trouxe para aplicativos como o Duolingo e Lingualeo uma forma dinâmica, divertida e eficiente de aprendizado, evitando o desinteresse a evasão dos alunos.

 

A verdade é que temos um mal hábito de dedicar poucas horas aos estudos, e/ou priorizamos outros tipos de qualificação, deixando muitas vezes de lado esse recurso precioso. Outra pesquisa, agora da Smartling, mostrou que lá em 2011, 27% do conteúdo todo da internet era em inglês. Outro dado que chama a atenção na pesquisa é o aumento do conteúdo online em mandarim, que deve até mesmo superar o inglês nos próximos anos. Antes de termos que aprender a falar chinês, sugiro que dediquemos mais atenção ao inglês.

 

 

Wilson Medeiros
Palestrante com atuação nos campos de vendas, gestão, liderança e motivação. Acompanhe também no Facebook, no Instagram e no Linked In. Acesse o site: www.wilsonmedeiros.com.br.

 


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